Feriadãããão


Quando nada mais parecer valer a pena, procure a sua essência.  A alma precisa ser recarregada constantemente, com ar puro e com a pura simplicidade.
É isso que eu amo, é isso que me faz feliz.








Lages foi mais uma vez meu destino no feriado. Era semana festiva, o município realizava mais uma Festa Nacional do Pinhão, visitada por milhares de pessoas durante os dez dias de festa. Passamos por ela na quarta feira, dia 06, e a animação ficou por conta de Paula Fernandes, Victor e Léo e Michel Teló, mas confesso que eles não afastaram o frio.
Depois da festa, seguimos para São José do Cerrito, interior do interior do interior do Estado. Lá estava nossa casinha, esperando, sempre acolhedora, e passamos por lá mesmo o resto do feriado, sem o agito da festa.


A luz do céu muda o mundo

Quando a luz do sol se apaga, os olhos se abrem.
O escuro não deve ser motivo de medo, e o medo não deve interferir em escolhas.
Quando a luz do sol se apaga, as estrelas se acendem para provar que pequenos pontos, podem transformar um cenário obscuro e abrir sorrisos de todos os tamanhos.
A luz do céu muda o mundo.


Queriiiiidas estou indo viajar, é rapidinho, volto no domingo e logo na segundo, posto todas as fotos aqui para vocês.
É junho e Santa Catarina quase que iiiiinteeeeira vai para Lages nesta época, o motivo, é a Festa Nacional do Pinhão (o frio é o que estraga). Eu não perco uma né. o/

Chega de saudade

Como no dia em que, olhando com ar perdido pela janela, comentou com uma delas (enfermeira):
"Olha o vento descabelando as árvores..." (Disse João Gilberto)
"Mas árvores não tem cabelo, João", ela cometeu o erro de dizer.
"E há pessoas que não tem poesia", ele fulminou cortante.
Se João Gilberto não estava deprimido ao entrar ali, pode ter ficado, à visão da paisagem humana que o cercava.
Chega de Saudade
Ruy Castro

 
Tive que dividir esse trecho do livro que estou lendo para um trabalho na faculdade com vocês, a página é 151. Chega de Saudade é uma biografia da Bossa Nova, escrita pelo jornalista Ruy Castro. Essa parte do livro me tocou, realmente existem pessoas que não tem poesia, vêem o mundo talvez, menos colorido.

Então? Vamos colocar poesia em nossos dias?
Ver árvores com cabelos, ouvir o vento conversando e sentir o calor da vida, cujo sopro, recebemos todas as manhãs.
Surpreendente, como tem gente assim tão diferente,
quando está sozinho, não dá a mínima,
e aparece querendo tudo, quando já tem alguém em mente.
Gente acotustumada a trair, parece que isso não tem fim.
E no fundo todo mundo sabe, sabe que o tempo cura e ajeita tudo.
Como num piscar de olhos o tempo passa, os sorrisos voltam e a vida, minha amiga, já será outra.
Não se preocupe, tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas, como o mar. Já dizia Lulu Santos.

Continuo escrevendo

Esses dias numa dessas minhas "viagens" pela internet, encontrei algo que muito me agradou, o texto é de Fábio Neruda, e cita uma canção, que ouvi na rádio num outro dia e que também me chamou atenção.

A canção é de Joana, e fala mais ou menos assim:
- Meu namorado é um sujeito ocupado, não manda notícia, nem dá um sinal…

Em seu texto, Fábio Neruda diz:

Simplizinho, não é? Mas olha a pérola de pensamento com que ela fecha o refrão:
- Eu ando meio com medo, que um dia ainda ache a tristeza normal.
Não é bonito? Não estou com problemas amorosos, não é por isso que estou escrevendo. Estou escrevendo porque, se não escrevo, posso achar que não escrever é normal.
Fábio Neruda

A peça chave do texto: "Estou escrevendo por que, se não escrevo, posso achar que não escrever é normal".

Saudade de quando a inspiração vinha todos os dias.

Hora de dividir um pouco com vocês essa minha Pobre Vida Complicada.
Vida de estudante não é fácil, vida de estudante de jornalismo então, puts!
Ainda temos muito o que aprender, mas, aos poucos vamos nos acostumando com câmeras, gravadores e os famosos "bloquinhos" que junto com a caneta nos acompanham por toda a parte, e é assim com a maioria dos jornalistas, sempre de "plantão", até mesmo quando não trabalham na área.
Como exercício prático, tivemos que gravar essa entrevista (vídeo), fomos pegos de surpresa, o que resultou em uma gravação improvisada, com assunto e perguntas improvisadas também. O problema maior foi gravar sem um pingo de maquiagem no rosto, e com o cabelo "desse jeito". Outra coisa interessante foi o cinegrafista ter jurado que não ia mostrar nossas pernas, já que estávamos de short, deu pra ver o quanto podemos confiar na palavra dele. o/


Aí está, fazendo dupla com Marcia Peixe, que se revelou uma ótima entrevistada.
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